Quem é LuGarcia

TUDO COMEÇA NA MÃE

O BRASIL COMEÇA NO CUIDADO

Nada sobre nós sem nós

No Brasil hoje, quem cuida empobrece. E eu fui entender isso só quando tive a minha filha em 2022. Além da T21 (síndrome de Down), ela nasceu com uma cardiopatia severa chamada DSAVT. Nós moramos 3 meses num hospital até que ela pudesse fazer a cirurgia corretiva, com apenas 3 meses de vida. Eu trabalhava por conta e precisei interromper todas as minhas atividades para cuidar dela.

No hospital eu conheci famílias que moram lá há anos. Pessoas que tiveram a sua vida completamente interrompida pela responsabilidade do cuidado. Eu, que me achava muito forte e privilegiada, percebi o quão vulnerável a gente fica quando precisa do Estado. Maya desenvolveu APLV (alergia à proteína do leite da vaca). Por conta disso, ela precisou tomar uma fórmula que custava R$ 4.000,00/mês.

Na farmácia de alto custo, é preciso que alguma boa alma se disponibilize a ficar um dia inteiro na fila para poder retirar o leite pra você. Não há como levar uma criança recém-operada de uma cirurgia de grande porte e imunossuprimida a um local público de grande concentração de pessoas para passar uma tarde. Ali eu percebi que até pra passar sufoco não dá pra passar sozinha. Mas a maioria das mulheres estão.

Quando a Maya ia completar 1 ano de vida, eu fui chamada por uma ONG para dar aulas de teatro para jovens adultos com deficiência intelectual da Zona Norte de São Paulo. Ali, eu conheci diversas mulheres que viviam uma vida inteira voltada para o cuidado. Dos meus 20 alunos, apenas de uma delas eu conheci o pai. Toda a carga do cuidado recaía em cima daquelas mães. Isso não é aleatório.

O Brasil de 2026 ainda opera numa lógica onde o cuidado não tem valor. E isso não é uma escolha, é falha estrutural. Uma falha que leva milhões de famílias à miséria. Hoje, 70% das mães atípicas são excluídas do mercado de trabalho e em 78% dos casos, o pai abandona a família antes da criança completar 5 anos, após receber um diagnóstico.

É muita gente desassistida. Olhando pra essa realidade eu entendi o quão caro é ser pobre no nosso país. Porque tudo aquilo que a mãe poderia buscar de recursos pra ajudar o seu filho fica ainda mais distante sem dinheiro pra bancar – e não precisava ser assim.

Eu recebi o diagnóstico da Maya ainda na gestação e como jornalista pude investigar a fundo porque há tanta pobreza na deficiência. A diversidade também me ensinou a olhar para riqueza inexplorada que é a sociedade em que vivemos. Por isso eu compreendi que precisava lutar não somente pela minha filha, mas por todas as Pessoas com Deficiência, todas as mães, todos os cuidadores.

Hoje eu tenho um grupo de acolhimento de mulheres com filhos de todas as deficiências. São mulheres de todos os cantos do Brasil (e até de fora dele) que estão sobrecarregadas, exaustas e com a saúde mental no vermelho. Muitas de nós, além de terem os filhos para cuidar, ainda são cuidadores de pai, mãe, tios, parentes acamados.

Quem trabalha informalmente no cuidado muitas vezes vive de algum benefício que o doente recebe e que, quando ele se vai, esse recurso vai embora. A mulher fica sem renda, sem trabalho (pois passou muito tempo fora do mercado) e sem saber pra onde ir.

Entendi que essa falha no sistema ela é intencional e estrutural. Uma herança que recebemos dos tempos em que as mulheres viviam somente em casa, realizando um trabalho que nos dias de hoje representaria US$ 9 TRILHÕES por ano, se fosse pago. Eu te pergunto: quem está interessado em deixar as coisas como estão?

Essa frase, que é uma das principais bandeiras do movimento PcD é um lema também na minha vida pública.

Entendo que o legislativo precisa de mais representatividade feminina, atípica, materna. Quero construir um mandato participativo, onde todas as pessoas possam ser ouvidas e representadas.

Não há como fazer política pública para cuidadores familiares, mães atípicas, mulheres que estão fora do mercado de trabalho e Pessoas com Deficiência sem caminhar junto, escutar e entender profundamente quais são os nossos problemas.

Por isso eu aceitei este chamado. Porque acredito que um Brasil para todos COMEÇA NO CUIDADO.

Luciana Garcia

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Quem é Luciana Garcia?

Luciana Garcia é jornalista, empreendedora social, escritora e mãe atípica. Tornou-se uma das principais vozes brasileiras na defesa da inclusão, dos direitos das Pessoas com deficiência, da maternidade atípica e da valorização da economia do cuidado. Sua trajetória une experiência prática, atuação social e compromisso com políticas públicas.

O que significa maternidade atípica?

Maternidade atípica é a experiência de cuidar de um filho com deficiência, condição genética, doença rara ou outra necessidade específica que exige cuidados diferenciados. Para Luciana, essas famílias precisam de políticas públicas que promovam inclusão, autonomia e dignidade, não apenas assistência.

Por que Luciana decidiu entrar para a política?

Depois de anos atuando na sociedade civil, criando projetos, formando redes de apoio e defendendo direitos, Luciana acredita que muitas mudanças dependem de leis, fiscalização e políticas públicas. Sua candidatura nasce da vontade de transformar experiências reais em soluções permanentes para milhões de famílias brasileiras.

Quais são as principais causas defendidas por Luciana?

Entre suas prioridades estão:

  • inclusão das pessoas com deficiência;

  • fortalecimento da educação inclusiva;

  • apoio às famílias atípicas;

  • valorização da economia do cuidado;

  • empreendedorismo feminino;

  • combate ao capacitismo;

  • acessibilidade e direitos humanos.

O que é economia do cuidado?

É todo o trabalho de cuidar de crianças, idosos e pessoas com deficiência, geralmente realizado por mulheres e quase sempre sem reconhecimento econômico. Luciana defende políticas que reconheçam esse trabalho, ampliem o acesso a serviços públicos e criem oportunidades para que cuidadoras possam trabalhar e empreender.

Quais propostas Luciana pretende defender como Deputada Federal?

Seu mandato terá como foco ampliar direitos das Pessoas com deficiência, fortalecer a inclusão escolar, incentivar a empregabilidade e o empreendedorismo das famílias atípicas, garantir acessibilidade, estimular inovação social e melhorar as políticas públicas voltadas ao cuidado.

A atuação de Luciana é voltada apenas para mães atípicas?

Não. A defesa das famílias atípicas é uma das suas principais bandeiras, mas suas propostas beneficiam toda a sociedade ao promover inclusão, acessibilidade, educação de qualidade, oportunidades de trabalho, inovação e respeito à diversidade.

O que é o Movimento Maternidade Atípica?

É uma iniciativa criada por Luciana para oferecer informação, rede de apoio, capacitação, empreendedorismo e fortalecimento das famílias atípicas. O movimento também desenvolve projetos voltados à inclusão e à autonomia financeira dessas famílias.

Como a experiência pessoal influencia sua atuação política?

Luciana vive diariamente os desafios enfrentados pelas famílias atípicas. Sua história como mãe da Maya permitiu conhecer de perto as dificuldades relacionadas à saúde, educação, inclusão, preconceito e acesso a direitos. Essa vivência orienta sua atuação e fortalece seu compromisso com soluções concretas.

Como posso participar da campanha e acompanhar o mandato?

Você pode acompanhar as redes sociais, participar dos eventos da campanha, compartilhar as propostas, conversar com sua comunidade e contribuir para ampliar o debate sobre inclusão, acessibilidade, diversidade e direitos das famílias brasileiras.

Se você tem interesse em ser um(a) reverberador(a) dessas ideia, entre para o nosso grupo de Whatsapp.

Como a inclusão fortalece a economia?

A inclusão não é apenas uma pauta social; ela também gera desenvolvimento econômico.

Quando pessoas com deficiência têm acesso à educação, trabalho, tecnologia e acessibilidade, toda a sociedade se beneficia. Da mesma forma, quando famílias atípicas conseguem empreender, trabalhar e consumir com autonomia, movimentam a economia, geram renda e reduzem desigualdades.

Investir em inclusão é investir em produtividade, inovação e desenvolvimento para todos.

O que é a Economia do Cuidado e por que ela deve ser uma prioridade no Brasil?

A Economia do Cuidado reúne todas as atividades essenciais para sustentar a vida das pessoas, como cuidar de crianças, idosos e pessoas com deficiência. Grande parte desse trabalho é realizado por mulheres, muitas vezes sem remuneração, reconhecimento ou apoio adequado.

Valorizar a Economia do Cuidado significa criar políticas públicas que ampliem o acesso a creches, serviços de apoio, inclusão, qualificação profissional e oportunidades para que quem cuida também possa trabalhar, empreender e construir autonomia financeira.

Por que o empreendedorismo é uma pauta de inclusão?

Muitas mães atípicas deixam o mercado de trabalho porque precisam conciliar a rotina de cuidados com seus filhos. O empreendedorismo oferece uma alternativa para gerar renda com maior flexibilidade.

Por isso, Luciana defende políticas que ampliem o acesso à capacitação, crédito, inovação, tecnologia e redes de apoio, permitindo que essas mulheres tenham independência financeira e protagonismo econômico.

O que um Deputado Federal pode fazer, na prática, pelas pessoas com deficiência?

Um Deputado Federal pode propor leis, aperfeiçoar a legislação existente, fiscalizar a aplicação dos recursos públicos e defender políticas que ampliem direitos.

Entre as prioridades de Luciana estão fortalecer a educação inclusiva, ampliar a acessibilidade, incentivar a empregabilidade, apoiar a inovação em tecnologias assistivas e garantir que as leis voltadas às pessoas com deficiência sejam efetivamente cumpridas.

Como transformar direitos em políticas públicas que realmente funcionem?

Ter uma lei é importante, mas não basta. É preciso garantir orçamento, fiscalização, implementação e diálogo permanente com quem vive os desafios no dia a dia.

A proposta de Luciana é construir um mandato baseado na escuta da sociedade, na participação das famílias, das Pessoas com deficiência, dos especialistas e das organizações da sociedade civil, para que as políticas públicas sejam eficientes, acessíveis e produzam resultados concretos.

A inclusão beneficia apenas as pessoas com deficiência?

Não. Uma sociedade mais inclusiva beneficia todas as pessoas.

Calçadas acessíveis ajudam idosos e famílias com carrinhos de bebê. Escolas inclusivas promovem respeito à diversidade. Ambientes de trabalho acessíveis ampliam talentos e inovação. Quando eliminamos barreiras, todos ganham.

Qual será a principal marca do mandato de Luciana Garcia?

Construir pontes entre quem vive os problemas e quem toma as decisões.

Luciana pretende levar ao Congresso Nacional a experiência de quem conhece, na prática, os desafios enfrentados por milhões de famílias brasileiras, defendendo políticas públicas que promovam inclusão, autonomia, desenvolvimento econômico e dignidade.

Por que São Paulo precisa dessa representação em Brasília?

São Paulo reúne a maior população do país e concentra milhões de pessoas com deficiência, familiares, cuidadores, empreendedores e profissionais que convivem diariamente com desafios relacionados à acessibilidade, mobilidade, educação e saúde.

Luciana acredita que essas pessoas precisam de uma representação técnica, preparada e comprometida em transformar demandas históricas em políticas públicas nacionais.

Que Brasil Luciana Garcia quer ajudar a construir?

"Um Brasil onde ninguém seja invisível. Onde a inclusão deixe de ser exceção e passe a orientar as decisões públicas. Um país que valorize quem cuida, respeite as diferenças, promova oportunidades e reconheça que desenvolvimento econômico e justiça social caminham juntos. Porque uma sociedade só avança de verdade quando todas as pessoas podem participar dela em igualdade de condições."

Perguntas frequentes

O que significa maternidade atípica?

Maternidade atípica é a experiência de cuidar de um filho com deficiência, condição genética, doença rara ou outra necessidade específica que exige cuidados diferenciados. Para Luciana, essas famílias precisam de políticas públicas que promovam inclusão, autonomia e dignidade, não apenas assistência.

Quais são as principais causas defendidas por Luciana?

Entre suas prioridades estão:

  • inclusão das pessoas com deficiência;

  • fortalecimento da educação inclusiva;

  • apoio às famílias atípicas;

  • valorização da economia do cuidado;

  • empreendedorismo feminino;

  • combate ao capacitismo;

  • acessibilidade e direitos humanos.

Quais propostas Luciana pretende defender como Deputada Federal?

Seu mandato terá como foco ampliar direitos das Pessoas com deficiência, fortalecer a inclusão escolar, incentivar a empregabilidade e o empreendedorismo das famílias atípicas, garantir acessibilidade, estimular inovação social e melhorar as políticas públicas voltadas ao cuidado.

O que é o Movimento Maternidade Atípica?

É uma iniciativa criada por Luciana para oferecer informação, rede de apoio, capacitação, empreendedorismo e fortalecimento das famílias atípicas. O movimento também desenvolve projetos voltados à inclusão e à autonomia financeira dessas famílias.

Como posso participar da campanha e acompanhar o mandato?

Você pode acompanhar as redes sociais, participar dos eventos da campanha, compartilhar as propostas, conversar com sua comunidade e contribuir para ampliar o debate sobre inclusão, acessibilidade, diversidade e direitos das famílias brasileiras.

Se você tem interesse em ser um(a) reverberador(a) dessas ideia, entre para o nosso grupo de Whatsapp.

O que é a Economia do Cuidado e por que ela deve ser uma prioridade no Brasil?

A Economia do Cuidado reúne todas as atividades essenciais para sustentar a vida das pessoas, como cuidar de crianças, idosos e pessoas com deficiência. Grande parte desse trabalho é realizado por mulheres, muitas vezes sem remuneração, reconhecimento ou apoio adequado.

Valorizar a Economia do Cuidado significa criar políticas públicas que ampliem o acesso a creches, serviços de apoio, inclusão, qualificação profissional e oportunidades para que quem cuida também possa trabalhar, empreender e construir autonomia financeira.

O que um Deputado Federal pode fazer, na prática, pelas pessoas com deficiência?

Um Deputado Federal pode propor leis, aperfeiçoar a legislação existente, fiscalizar a aplicação dos recursos públicos e defender políticas que ampliem direitos.

Entre as prioridades de Luciana estão fortalecer a educação inclusiva, ampliar a acessibilidade, incentivar a empregabilidade, apoiar a inovação em tecnologias assistivas e garantir que as leis voltadas às pessoas com deficiência sejam efetivamente cumpridas.

A inclusão beneficia apenas as pessoas com deficiência?

Não. Uma sociedade mais inclusiva beneficia todas as pessoas.

Calçadas acessíveis ajudam idosos e famílias com carrinhos de bebê. Escolas inclusivas promovem respeito à diversidade. Ambientes de trabalho acessíveis ampliam talentos e inovação. Quando eliminamos barreiras, todos ganham.

Por que São Paulo precisa dessa representação em Brasília?

São Paulo reúne a maior população do país e concentra milhões de pessoas com deficiência, familiares, cuidadores, empreendedores e profissionais que convivem diariamente com desafios relacionados à acessibilidade, mobilidade, educação e saúde.

Luciana acredita que essas pessoas precisam de uma representação técnica, preparada e comprometida em transformar demandas históricas em políticas públicas nacionais.

Quem é Luciana Garcia?

Luciana Garcia é jornalista, empreendedora social, escritora e mãe atípica. Tornou-se uma das principais vozes brasileiras na defesa da inclusão, dos direitos das Pessoas com deficiência, da maternidade atípica e da valorização da economia do cuidado. Sua trajetória une experiência prática, atuação social e compromisso com políticas públicas.

Por que Luciana decidiu entrar para a política?

Depois de anos atuando na sociedade civil, criando projetos, formando redes de apoio e defendendo direitos, Luciana acredita que muitas mudanças dependem de leis, fiscalização e políticas públicas. Sua candidatura nasce da vontade de transformar experiências reais em soluções permanentes para milhões de famílias brasileiras.

O que é economia do cuidado?

É todo o trabalho de cuidar de crianças, idosos e pessoas com deficiência, geralmente realizado por mulheres e quase sempre sem reconhecimento econômico. Luciana defende políticas que reconheçam esse trabalho, ampliem o acesso a serviços públicos e criem oportunidades para que cuidadoras possam trabalhar e empreender.

A atuação de Luciana é voltada apenas para mães atípicas?

Não. A defesa das famílias atípicas é uma das suas principais bandeiras, mas suas propostas beneficiam toda a sociedade ao promover inclusão, acessibilidade, educação de qualidade, oportunidades de trabalho, inovação e respeito à diversidade.

Como a experiência pessoal influencia sua atuação política?

Luciana vive diariamente os desafios enfrentados pelas famílias atípicas. Sua história como mãe da Maya permitiu conhecer de perto as dificuldades relacionadas à saúde, educação, inclusão, preconceito e acesso a direitos. Essa vivência orienta sua atuação e fortalece seu compromisso com soluções concretas.

Como a inclusão fortalece a economia?

A inclusão não é apenas uma pauta social; ela também gera desenvolvimento econômico.

Quando pessoas com deficiência têm acesso à educação, trabalho, tecnologia e acessibilidade, toda a sociedade se beneficia. Da mesma forma, quando famílias atípicas conseguem empreender, trabalhar e consumir com autonomia, movimentam a economia, geram renda e reduzem desigualdades.

Investir em inclusão é investir em produtividade, inovação e desenvolvimento para todos.

Por que o empreendedorismo é uma pauta de inclusão?

Muitas mães atípicas deixam o mercado de trabalho porque precisam conciliar a rotina de cuidados com seus filhos. O empreendedorismo oferece uma alternativa para gerar renda com maior flexibilidade.

Por isso, Luciana defende políticas que ampliem o acesso à capacitação, crédito, inovação, tecnologia e redes de apoio, permitindo que essas mulheres tenham independência financeira e protagonismo econômico.

Como transformar direitos em políticas públicas que realmente funcionem?

Ter uma lei é importante, mas não basta. É preciso garantir orçamento, fiscalização, implementação e diálogo permanente com quem vive os desafios no dia a dia.

A proposta de Luciana é construir um mandato baseado na escuta da sociedade, na participação das famílias, das Pessoas com deficiência, dos especialistas e das organizações da sociedade civil, para que as políticas públicas sejam eficientes, acessíveis e produzam resultados concretos.

Qual será a principal marca do mandato de Luciana Garcia?

Construir pontes entre quem vive os problemas e quem toma as decisões.

Luciana pretende levar ao Congresso Nacional a experiência de quem conhece, na prática, os desafios enfrentados por milhões de famílias brasileiras, defendendo políticas públicas que promovam inclusão, autonomia, desenvolvimento econômico e dignidade.

Que Brasil Luciana Garcia quer ajudar a construir?

"Um Brasil onde ninguém seja invisível. Onde a inclusão deixe de ser exceção e passe a orientar as decisões públicas. Um país que valorize quem cuida, respeite as diferenças, promova oportunidades e reconheça que desenvolvimento econômico e justiça social caminham juntos. Porque uma sociedade só avança de verdade quando todas as pessoas podem participar dela em igualdade de condições."

Tudo começa na mãe.

O Brasil começa no cuidado.

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