Tudo começa na mãe.
O Brasil começa no cuidado.

O Brasil só será produtivo, inclusivo e desenvolvido quando reconhecer, redistribuir e apoiar o trabalho do cuidado.

Tudo começa na mãe.
O Brasil começa no cuidado.

O Brasil só será produtivo, inclusivo e desenvolvido quando reconhecer, redistribuir e apoiar o trabalho do cuidado.

LuGarcia. Tudo começa na mãe.  O Brasil começa no cuidado.
LuGarcia. Tudo começa na mãe.  O Brasil começa no cuidado.

Quem sou

Atriz, jornalista, pós-graduada em Humanidades, palestrante e empreendedora em diversidade e inclusão.

Mãe de Maya, uma criança com síndrome de Down e cardiopatia congênita, transformou sua vivência na maternidade atípica em uma trajetória de impacto social, tornando-se uma das principais vozes na defesa da inclusão, da acessibilidade e da cultura do cuidado no Brasil.

Campeã do The Best Speaker Brasil 2024 na categoria Diversidade e Inclusão, é autora do livro "De Peito Aberto - do Diagnóstico ao Destino" (Viseu, 2024) e organizadora do livro "Descapacitize-se: 20 histórias reais para reaprender a olhar a deficiência" (YesBooks, 2026).

Lidera o Movimento Maternidade Atípica, que utiliza o letramento anticapacitista como ferramenta principal de empoderamento e capacitação da mãe atípica, para garantir melhores oportunidades financeiras para as famílias e maior autonomia da Pessoa com Deficiência.

Definição concreta de ações da política nacional de cuidados e saúde mental de cuidadores

Implantação da disciplina "Diversidade, Respeito e Inclusão" nos ensinos médio e fundamental

Implantação de sistemas de capacitação para mães atípicas

Minhas causas

Reconheimento do tempo do cuidador como tempo de aposentadoria

Criação da política nacional da inclusão e acesso

Criação do sistema de suporte ao professor para inclusão

Luciana Garcia, no evento Da Invisibilidade à Voz na Alesp em 2025.

Meu caminho até aqui

Na minha trajetória na maternidade atípica, eu entendi que a desvalorização do cuidado e a imobilidade da mãe atípica são fatores determinantes para o futuro da Pessoa com Deficiência. Olhando para essa realidade em cadeia, compreendi que tudo começa na mãe.

E nesta perspectiva, não poderia deixar de olhar para a condição feminina como principal agente da Economia do Cuidado, que responde por 9% da economia mundial, segundo a OIT.

Não há como olhar para um projeto de país sem repensarmos as transformações que ocorreram nos últimos 50 anos e como as mulheres e Pessoas com deficiência foram deixadas em segundo plano dentro do fazer e pensar político.

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Perguntas frequentes

Quem é Luciana Garcia?

Luciana Garcia é jornalista, empreendedora social, escritora e mãe atípica. Tornou-se uma das principais vozes brasileiras na defesa da inclusão, dos direitos das Pessoas com deficiência, da maternidade atípica e da valorização da economia do cuidado. Sua trajetória une experiência prática, atuação social e compromisso com políticas públicas.

O que significa maternidade atípica?

Maternidade atípica é a experiência de cuidar de um filho com deficiência, condição genética, doença rara ou outra necessidade específica que exige cuidados diferenciados. Para Luciana, essas famílias precisam de políticas públicas que promovam inclusão, autonomia e dignidade, não apenas assistência.

Por que Luciana decidiu entrar para a política?

Depois de anos atuando na sociedade civil, criando projetos, formando redes de apoio e defendendo direitos, Luciana acredita que muitas mudanças dependem de leis, fiscalização e políticas públicas. Sua candidatura nasce da vontade de transformar experiências reais em soluções permanentes para milhões de famílias brasileiras.

Quais são as principais causas defendidas por Luciana?

Entre suas prioridades estão:

  • inclusão das pessoas com deficiência;

  • fortalecimento da educação inclusiva;

  • apoio às famílias atípicas;

  • valorização da economia do cuidado;

  • empreendedorismo feminino;

  • combate ao capacitismo;

  • acessibilidade e direitos humanos.

O que é economia do cuidado?

É todo o trabalho de cuidar de crianças, idosos e pessoas com deficiência, geralmente realizado por mulheres e quase sempre sem reconhecimento econômico. Luciana defende políticas que reconheçam esse trabalho, ampliem o acesso a serviços públicos e criem oportunidades para que cuidadoras possam trabalhar e empreender.

Quais propostas Luciana pretende defender como Deputada Federal?

Seu mandato terá como foco ampliar direitos das Pessoas com deficiência, fortalecer a inclusão escolar, incentivar a empregabilidade e o empreendedorismo das famílias atípicas, garantir acessibilidade, estimular inovação social e melhorar as políticas públicas voltadas ao cuidado.

A atuação de Luciana é voltada apenas para mães atípicas?

Não. A defesa das famílias atípicas é uma das suas principais bandeiras, mas suas propostas beneficiam toda a sociedade ao promover inclusão, acessibilidade, educação de qualidade, oportunidades de trabalho, inovação e respeito à diversidade.

O que é o Movimento Maternidade Atípica?

É uma iniciativa criada por Luciana para oferecer informação, rede de apoio, capacitação, empreendedorismo e fortalecimento das famílias atípicas. O movimento também desenvolve projetos voltados à inclusão e à autonomia financeira dessas famílias.

Como a experiência pessoal influencia sua atuação política?

Luciana vive diariamente os desafios enfrentados pelas famílias atípicas. Sua história como mãe da Maya permitiu conhecer de perto as dificuldades relacionadas à saúde, educação, inclusão, preconceito e acesso a direitos. Essa vivência orienta sua atuação e fortalece seu compromisso com soluções concretas.

Como posso participar da campanha e acompanhar o mandato?

Você pode acompanhar as redes sociais, participar dos eventos da campanha, compartilhar as propostas, conversar com sua comunidade e contribuir para ampliar o debate sobre inclusão, acessibilidade, diversidade e direitos das famílias brasileiras.

Se você tem interesse em ser um(a) reverberador(a) dessas ideia, entre para o nosso grupo de Whatsapp.

Como a inclusão fortalece a economia?

A inclusão não é apenas uma pauta social; ela também gera desenvolvimento econômico.

Quando pessoas com deficiência têm acesso à educação, trabalho, tecnologia e acessibilidade, toda a sociedade se beneficia. Da mesma forma, quando famílias atípicas conseguem empreender, trabalhar e consumir com autonomia, movimentam a economia, geram renda e reduzem desigualdades.

Investir em inclusão é investir em produtividade, inovação e desenvolvimento para todos.

O que é a Economia do Cuidado e por que ela deve ser uma prioridade no Brasil?

A Economia do Cuidado reúne todas as atividades essenciais para sustentar a vida das pessoas, como cuidar de crianças, idosos e pessoas com deficiência. Grande parte desse trabalho é realizado por mulheres, muitas vezes sem remuneração, reconhecimento ou apoio adequado.

Valorizar a Economia do Cuidado significa criar políticas públicas que ampliem o acesso a creches, serviços de apoio, inclusão, qualificação profissional e oportunidades para que quem cuida também possa trabalhar, empreender e construir autonomia financeira.

Por que o empreendedorismo é uma pauta de inclusão?

Muitas mães atípicas deixam o mercado de trabalho porque precisam conciliar a rotina de cuidados com seus filhos. O empreendedorismo oferece uma alternativa para gerar renda com maior flexibilidade.

Por isso, Luciana defende políticas que ampliem o acesso à capacitação, crédito, inovação, tecnologia e redes de apoio, permitindo que essas mulheres tenham independência financeira e protagonismo econômico.

O que um Deputado Federal pode fazer, na prática, pelas pessoas com deficiência?

Um Deputado Federal pode propor leis, aperfeiçoar a legislação existente, fiscalizar a aplicação dos recursos públicos e defender políticas que ampliem direitos.

Entre as prioridades de Luciana estão fortalecer a educação inclusiva, ampliar a acessibilidade, incentivar a empregabilidade, apoiar a inovação em tecnologias assistivas e garantir que as leis voltadas às pessoas com deficiência sejam efetivamente cumpridas.

Como transformar direitos em políticas públicas que realmente funcionem?

Ter uma lei é importante, mas não basta. É preciso garantir orçamento, fiscalização, implementação e diálogo permanente com quem vive os desafios no dia a dia.

A proposta de Luciana é construir um mandato baseado na escuta da sociedade, na participação das famílias, das Pessoas com deficiência, dos especialistas e das organizações da sociedade civil, para que as políticas públicas sejam eficientes, acessíveis e produzam resultados concretos.

A inclusão beneficia apenas as pessoas com deficiência?

Não. Uma sociedade mais inclusiva beneficia todas as pessoas.

Calçadas acessíveis ajudam idosos e famílias com carrinhos de bebê. Escolas inclusivas promovem respeito à diversidade. Ambientes de trabalho acessíveis ampliam talentos e inovação. Quando eliminamos barreiras, todos ganham.

Qual será a principal marca do mandato de Luciana Garcia?

Construir pontes entre quem vive os problemas e quem toma as decisões.

Luciana pretende levar ao Congresso Nacional a experiência de quem conhece, na prática, os desafios enfrentados por milhões de famílias brasileiras, defendendo políticas públicas que promovam inclusão, autonomia, desenvolvimento econômico e dignidade.

Por que São Paulo precisa dessa representação em Brasília?

São Paulo reúne a maior população do país e concentra milhões de pessoas com deficiência, familiares, cuidadores, empreendedores e profissionais que convivem diariamente com desafios relacionados à acessibilidade, mobilidade, educação e saúde.

Luciana acredita que essas pessoas precisam de uma representação técnica, preparada e comprometida em transformar demandas históricas em políticas públicas nacionais.

Que Brasil Luciana Garcia quer ajudar a construir?

"Um Brasil onde ninguém seja invisível. Onde a inclusão deixe de ser exceção e passe a orientar as decisões públicas. Um país que valorize quem cuida, respeite as diferenças, promova oportunidades e reconheça que desenvolvimento econômico e justiça social caminham juntos. Porque uma sociedade só avança de verdade quando todas as pessoas podem participar dela em igualdade de condições."

São Paulo

Tudo começa na mãe.

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